Raquel Pozo CRP 06/228597

Recordar, reviver, elaborar.

Três movimentos que atravessam o processo terapêutico. Eles descrevem meu trabalho melhor do que qualquer definição que eu pudesse escrever sobre mim.

Raquel Pozo
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Recordar

Sou psicóloga, apaixonada pelo desenvolvimento humano e pelo processo que acontece quando se oferece espaço para escuta, reflexão e autoconhecimento.

Minha experiência reúne atendimentos individuais em psicoterapia, condução de grupos, projetos voltados à saúde mental e iniciativas de promoção de qualidade de vida em diferentes contextos. Minha formação atravessa a Psicanálise e inclui pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental.

Ao longo dessa trajetória, fui construindo uma atuação pautada no cuidado integral, na ética e no compromisso genuíno com o bem-estar emocional de cada pessoa.

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Reviver

Acredito que cada indivíduo carrega uma subjetividade única, construída a partir de suas experiências, de suas relações e da forma como percebe e sente o mundo.

Por isso meu trabalho acontece de maneira personalizada, respeitando o tempo e a complexidade de cada processo. A partir das dificuldades do momento presente — que muitas vezes são resultado do que foi vivido — conduzo um processo de reflexão que permite reconhecer padrões emocionais e compreender a própria história com mais profundidade.

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Elaborar

Esse percurso não se trata apenas de lembrar o que foi vivido, mas de poder elaborar essas experiências de maneira mais consciente, abrindo espaço para novos sentidos e possibilidades de existência.

É o que chamo de expansão da consciência: não a promessa de um destino, mas a ampliação do olhar sobre a própria trajetória.

O que sustenta minha escuta.

Minha escuta nasce da Psicanálise, a partir de Freud e Winnicott, e se constrói no encontro com a singularidade de cada sujeito.

É atravessada por autores contemporâneos como Christian Dunker, Maria Homem e Ana Suy, que ajudam a pensar o sofrimento psíquico no nosso tempo — e por Marshall Rosenberg, cuja Comunicação Não Violenta contribui para uma escuta mais consciente dos vínculos humanos.

Também encontro na filosofia — em Nietzsche, Kierkegaard, Heidegger, Sartre, Foucault e na tradição estoica — reflexões que aprofundam o olhar sobre a dor, a existência e as escolhas que nos constituem.

Mais do que linhas teóricas, são presenças que sustentam uma escuta viva, ética e implicada com aquilo que, em cada um, precisa ser dito.

Quem atendo.

Adultos e jovens adultos. Homens e mulheres. Profissionais e lideranças.

Não realizo atendimento infantil.

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